Amor, não me sais da imaginação!
Sonho contigo, de dia!
Perco-me nas memórias recentes
que ocupam antigas simplesmente porque são melhores!
Tento entender o que se passa comigo
mas desisto perante a impossibilidade
de conceber tal sentimento antes de te conhecer!
Acalmas-me simplesmente com o teu sorriso!
Dás-me paz simplesmente com o teu toque!
Queria fazer-te um poema, e rimar,
mas sinto-me livre demais contigo
para me prender à terminação dos versos!
Contigo nada termina,
apenas começa e se prolonga no tempo,
e espero que nunca acabe!
Então decidi fazer-te estas frases
para saberes que me inspiras,
que me fazes bem e que posso não o saber transmitir
da melhor maneira...
Mas tento!
E será que consigo?
Sei lá...
Nem me interessa!
Só me interessa ver o teu sorriso outra vez!
E outra! E outra! E sempre! :)
Só me interessa o teu toque,
e a leveza que me dá!
Voo contigo, sem sair do lugar!
Voa também, comigo! :)
29-6-2010
[Esquecer é tão importante como recordar; aterrar é tão importante como voar!]
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Deixa-te disso!
Por que é que tu me dizes para te esquecer?
Se é só contigo que eu feliz consigo ser!
Se és insegura seguro-te com o meu abraço,
Se não gostas de mim eu dou-te o teu espaço!
Mas eu sei que não é isto que queres!
Por que te comparas com outras mulheres?
Eu bem sei que a vida é complicada,
Melhor ainda sei que só te quero e mais nada!
E tu sabes que me queres também!
Por que é que tu não hás-de ser o melhor para mim?
Se é só contigo que me sinto tão bem assim!
Se és ciumenta então só pode haver um motivo
Queres-me só para ti e é por ti que eu vivo!
E tenho a certeza que é isto que queres!
Por que te comparas com outras mulheres?
Ambos sabemos que não há nada perfeito
E tudo vai melhorar com o que temos feito:
O longo caminho em que nos sentimos bem!
Confia em mim, tudo temos para vencer
Confia em ti, não te posso esquecer!
Acredita que um dia tudo terá valido a pena
Porque a nossa alma é tão pouco pequena!
13-06-2010
[eu é que já me deixei disto! ehehe]
Se é só contigo que eu feliz consigo ser!
Se és insegura seguro-te com o meu abraço,
Se não gostas de mim eu dou-te o teu espaço!
Mas eu sei que não é isto que queres!
Por que te comparas com outras mulheres?
Eu bem sei que a vida é complicada,
Melhor ainda sei que só te quero e mais nada!
E tu sabes que me queres também!
Por que é que tu não hás-de ser o melhor para mim?
Se é só contigo que me sinto tão bem assim!
Se és ciumenta então só pode haver um motivo
Queres-me só para ti e é por ti que eu vivo!
E tenho a certeza que é isto que queres!
Por que te comparas com outras mulheres?
Ambos sabemos que não há nada perfeito
E tudo vai melhorar com o que temos feito:
O longo caminho em que nos sentimos bem!
Confia em mim, tudo temos para vencer
Confia em ti, não te posso esquecer!
Acredita que um dia tudo terá valido a pena
Porque a nossa alma é tão pouco pequena!
13-06-2010
[eu é que já me deixei disto! ehehe]
Delírio
Os artistas usam mentiras para dizer verdades!
É verdade pois se fosse mentira... era verdade?!
Ai ai, são do tamanho do mundo as minhas saudades!
É mais imensa do que o mar a minha, até a ver, ansiedade!
E deliro, deliro, deliro... e deliro... mais deliro
E só quando o digo é que sei mesmo ao que me refiro!
A tua... hmmm... unicidade!
A tua... hmmm... vontade!
A tua... hmmm... veracidade!
A tua... hmmm... irresistibilidade!
E dou comigo a pensar
Em alguém que me faz feliz!
Alguém que gosta de me cansar,
Alguém que sabe tão bem o que diz
Ao passo que me dizem coisas que nunca mais recordo!
Sonho, de dia, e de noite sonho logo que acordo
Quando, enfim, acordo contigo!
Meu deus, eu não era assim, que perigo!
Aéreo, distraído... Sonhador, viajante!
Parado e quieto a voar num mundo distante!
É...
Sonhadora!
É...
Como dizer?... Difícil de definir! E apenas observo, não defino...
É...
Observadora!
È... como eu! Nisso é como eu sou!
É... Fantástica!
É... Tudo o que não sou!
É... Tudo!
És tu!
;)
08-06-2010
[este ciclo de poemas é uma boa prova de que por vezes deliro, de facto...]
É verdade pois se fosse mentira... era verdade?!
Ai ai, são do tamanho do mundo as minhas saudades!
É mais imensa do que o mar a minha, até a ver, ansiedade!
E deliro, deliro, deliro... e deliro... mais deliro
E só quando o digo é que sei mesmo ao que me refiro!
A tua... hmmm... unicidade!
A tua... hmmm... vontade!
A tua... hmmm... veracidade!
A tua... hmmm... irresistibilidade!
E dou comigo a pensar
Em alguém que me faz feliz!
Alguém que gosta de me cansar,
Alguém que sabe tão bem o que diz
Ao passo que me dizem coisas que nunca mais recordo!
Sonho, de dia, e de noite sonho logo que acordo
Quando, enfim, acordo contigo!
Meu deus, eu não era assim, que perigo!
Aéreo, distraído... Sonhador, viajante!
Parado e quieto a voar num mundo distante!
É...
Sonhadora!
É...
Como dizer?... Difícil de definir! E apenas observo, não defino...
É...
Observadora!
È... como eu! Nisso é como eu sou!
É... Fantástica!
É... Tudo o que não sou!
É... Tudo!
És tu!
;)
08-06-2010
[este ciclo de poemas é uma boa prova de que por vezes deliro, de facto...]
:p
A tua boca esconde um belo segredo!
Olho para ela quando está fechada,
Pois também gosto de te ver calada,
Sempre à espera do teu sussuro ledo!
Há, com certeza, um justificado medo:
Se me morderes a ferida fica infectada,
A doença espalha-se em mim, apressada;
Pára! Não mais quero morrer tão cedo!
Mas não me matas com a tua língua!
Ou matas?! Talvez já esteja infectado,
E sejam sintomas da minha míngua!
Quero-a! A excepção tem-me afectado:
Adoro quando pões a língua de fora
Excepto quando, enfim, te vais embora...
01-06-2010
[1 de Junho, dia das crianças! xD]
Olho para ela quando está fechada,
Pois também gosto de te ver calada,
Sempre à espera do teu sussuro ledo!
Há, com certeza, um justificado medo:
Se me morderes a ferida fica infectada,
A doença espalha-se em mim, apressada;
Pára! Não mais quero morrer tão cedo!
Mas não me matas com a tua língua!
Ou matas?! Talvez já esteja infectado,
E sejam sintomas da minha míngua!
Quero-a! A excepção tem-me afectado:
Adoro quando pões a língua de fora
Excepto quando, enfim, te vais embora...
01-06-2010
[1 de Junho, dia das crianças! xD]
Acredita em ti!
Acredita em ti!
E acredita em mim!
Acredita no que acabei de te dizer!
Nunca antes a senti,
A felicidade, e tem de ser assim!
Descobri contigo uma nova forma de prazer!
Acredita que consegues!
E consegues, acredita!
Assim que te vi achei-te tão bonita,
Sei que sabes, não espero que o negues,
E agora sei que isso não mais me interessa!
Consegui aprender a inutilidade da pressa
E fui descobrindo o teu outro lado, com calma!
O melhor de ti és tu mesmo, o teu interior, a alma!
Fascinas-me! E sinto tudo surgir naturalmente!
A alegria, a vontade, a imaginação sempre presente!
Tudo em ti te torna tão subtilmente elegante!
Não admira que para mim sejas absolutamente cativante!
Agora que vi uma meta é neste caminho que sigo,
Quero caminhar ao teu lado pois sinto-me bem contigo!
Nunca antes consegui atingir, com alguém, tal sentimento!
Talvez tenha andado sempre enganado num falso contentamento,
Talvez tenha adormecido há vários anos na esperança de voltar
A ter, com alguém, a paz de espírito, a calma, o bem-estar!
Acredita em ti pois eu acredito!
Acredita em mim e no que te tenho dito!
Sabes que sei mentir e será difícil de te convencer
Que mesmo sendo assim, e mesmo que possa não te parecer,
És muito importante para mim e vais continuar a ser!
Gosto quando damos a mãos e me ensinas como se dança,
Já mo disseste e digo-te também que me transmites segurança,
Penso em ti todo o dia e sinto-me bem contigo na memória!
Foi tudo tão de repente, quando penso na nossa história,
E há tantos capítulos que espero escrever, assim me ajudes!
Gosto da tua preocupação, preciso dela, e que de mim cuides!
Cuido de ti também, cuido de saber que te sentes feliz
Pois se é assim que me deixas, e é isto que sempre quis,
É isto que espero que queiras pois também ou mais o mereces!
É incrível como me sinto e como tão bem me conheces!
Pareces conseguir entrar, quando queres, na minha mente!
Mesmo quando estamos longe consigo sentir-te tão presente!
Espero cada mensagem tua como esperei pela primeira,
Com uma ansiedade saudável e uma curiosidade verdadeira
Pois és das poucas pessoas que me conseguem surpreender!
Posso saber tanto, ou pensar que sim, e tenho tanto a aprender
Contigo que tens sempre opinião sobre o que me ocupa,
O que me preenche, desagrada, me agrada e te preocupa!
Não penses que não me importo com a tua opinião,
Talvez não esteja ainda habituado a tanta preocupação
Quando nunca antes se preocuparam comigo, nunca tanto!
Não caias na tentação de esmorecer perante o meu espanto,
Só nunca acreditei que pudesse haver alguém tão adorável!
Acredita tu em ti, como eu acredito, porque és... inacreditável!
Tantas palvras escrevi e nunca acho que seja suficiente
Porque por mais que tente tu és em tudo tão diferente
De todas as pessoas que já tive o prazer de conhecer!
És a minha companhia que me faz amanhecer,
És a minha companhia que não me faz adormecer,
És a pessoa que me faz suspirar! Acreditar! Viver!
És quem me faz sorrir só por te ouvir, ler ou ver!
És... tu!
01-06-2010
[Acredito em mim por agora e é o melhor que há porque se não gostarmos de nós quem gostará?!]
E acredita em mim!
Acredita no que acabei de te dizer!
Nunca antes a senti,
A felicidade, e tem de ser assim!
Descobri contigo uma nova forma de prazer!
Acredita que consegues!
E consegues, acredita!
Assim que te vi achei-te tão bonita,
Sei que sabes, não espero que o negues,
E agora sei que isso não mais me interessa!
Consegui aprender a inutilidade da pressa
E fui descobrindo o teu outro lado, com calma!
O melhor de ti és tu mesmo, o teu interior, a alma!
Fascinas-me! E sinto tudo surgir naturalmente!
A alegria, a vontade, a imaginação sempre presente!
Tudo em ti te torna tão subtilmente elegante!
Não admira que para mim sejas absolutamente cativante!
Agora que vi uma meta é neste caminho que sigo,
Quero caminhar ao teu lado pois sinto-me bem contigo!
Nunca antes consegui atingir, com alguém, tal sentimento!
Talvez tenha andado sempre enganado num falso contentamento,
Talvez tenha adormecido há vários anos na esperança de voltar
A ter, com alguém, a paz de espírito, a calma, o bem-estar!
Acredita em ti pois eu acredito!
Acredita em mim e no que te tenho dito!
Sabes que sei mentir e será difícil de te convencer
Que mesmo sendo assim, e mesmo que possa não te parecer,
És muito importante para mim e vais continuar a ser!
Gosto quando damos a mãos e me ensinas como se dança,
Já mo disseste e digo-te também que me transmites segurança,
Penso em ti todo o dia e sinto-me bem contigo na memória!
Foi tudo tão de repente, quando penso na nossa história,
E há tantos capítulos que espero escrever, assim me ajudes!
Gosto da tua preocupação, preciso dela, e que de mim cuides!
Cuido de ti também, cuido de saber que te sentes feliz
Pois se é assim que me deixas, e é isto que sempre quis,
É isto que espero que queiras pois também ou mais o mereces!
É incrível como me sinto e como tão bem me conheces!
Pareces conseguir entrar, quando queres, na minha mente!
Mesmo quando estamos longe consigo sentir-te tão presente!
Espero cada mensagem tua como esperei pela primeira,
Com uma ansiedade saudável e uma curiosidade verdadeira
Pois és das poucas pessoas que me conseguem surpreender!
Posso saber tanto, ou pensar que sim, e tenho tanto a aprender
Contigo que tens sempre opinião sobre o que me ocupa,
O que me preenche, desagrada, me agrada e te preocupa!
Não penses que não me importo com a tua opinião,
Talvez não esteja ainda habituado a tanta preocupação
Quando nunca antes se preocuparam comigo, nunca tanto!
Não caias na tentação de esmorecer perante o meu espanto,
Só nunca acreditei que pudesse haver alguém tão adorável!
Acredita tu em ti, como eu acredito, porque és... inacreditável!
Tantas palvras escrevi e nunca acho que seja suficiente
Porque por mais que tente tu és em tudo tão diferente
De todas as pessoas que já tive o prazer de conhecer!
És a minha companhia que me faz amanhecer,
És a minha companhia que não me faz adormecer,
És a pessoa que me faz suspirar! Acreditar! Viver!
És quem me faz sorrir só por te ouvir, ler ou ver!
És... tu!
01-06-2010
[Acredito em mim por agora e é o melhor que há porque se não gostarmos de nós quem gostará?!]
MUNDO À PARTE
Nós estávamos mundo à parte numa qualquer parte do mundo,
Tão bem juntos que nem recordámos que já batemos no fundo!
As memórias reconstroem-se à medida que a vida avança:
O que foi não é agora, o mundo é composto de mudança!
Nós estávamos tão calmos que o outro mundo tinha parado,
Tivessem vindo tempestades não nos teriam separado!
Foi tudo tão bom que não há palavras sequer que o transmitam;
Talvez seja isto a felicidade, para os que nela acreditam!
Tu fizeste-me acreditar num lugar que pensei estar perdido!
Nunca pensei sentir-me assim, há sempre melhor a ser vivido!
A esperança torna-se certeza e só há algo que te peço:
Se gostaste tanto como eu tratemos do nosso regresso!
Nesse nosso mundo à parte
Vou abraçar-te
E ser feliz!
Nesse nosso mundo à parte
Vou desejar-te
E ter o que sempre quis!
Nesse nosso mundo à parte
Cada obra de arte
É feita por nós!
Nesse nosso mundo à parte
Entre Vénus e Marte
Temos boca mas não voz!
Nesse mundo tão diferente
Basta lermos a nossa mente
Para sabermos a vontade!
Nesse mundo tão diferente
Cada um de nós sente,
Até nos termos, ansiedade!
Nesse mundo que nos pertence
É a nossa vontade que vence!,
O tempo passa de outra maneira...
Nesse mundo que nos pertence
É a felicidade que vence!,
É ter-te sempre à minha beira...
31-05-2010
[continuo a gostar muito deste, mesmo que entretanto tenha regressado ao Mundo de todos os dias, digamos assim...]
Tão bem juntos que nem recordámos que já batemos no fundo!
As memórias reconstroem-se à medida que a vida avança:
O que foi não é agora, o mundo é composto de mudança!
Nós estávamos tão calmos que o outro mundo tinha parado,
Tivessem vindo tempestades não nos teriam separado!
Foi tudo tão bom que não há palavras sequer que o transmitam;
Talvez seja isto a felicidade, para os que nela acreditam!
Tu fizeste-me acreditar num lugar que pensei estar perdido!
Nunca pensei sentir-me assim, há sempre melhor a ser vivido!
A esperança torna-se certeza e só há algo que te peço:
Se gostaste tanto como eu tratemos do nosso regresso!
Nesse nosso mundo à parte
Vou abraçar-te
E ser feliz!
Nesse nosso mundo à parte
Vou desejar-te
E ter o que sempre quis!
Nesse nosso mundo à parte
Cada obra de arte
É feita por nós!
Nesse nosso mundo à parte
Entre Vénus e Marte
Temos boca mas não voz!
Nesse mundo tão diferente
Basta lermos a nossa mente
Para sabermos a vontade!
Nesse mundo tão diferente
Cada um de nós sente,
Até nos termos, ansiedade!
Nesse mundo que nos pertence
É a nossa vontade que vence!,
O tempo passa de outra maneira...
Nesse mundo que nos pertence
É a felicidade que vence!,
É ter-te sempre à minha beira...
31-05-2010
[continuo a gostar muito deste, mesmo que entretanto tenha regressado ao Mundo de todos os dias, digamos assim...]
A sombra alterna com Sol no teu rosto
A sombra alterna com Sol no teu rosto,
Por entre ramos bailando ao vento,
Feliz me acho e quero que este momento
Seja eterno enquanto sinto o teu encosto!
Sinto-me bem ao sentir o teu gosto:
Dos lábios voluptuosos que atento,
Sorriso único com que me contento...
Ai, como me sinto tão bem-disposto!
E os beijos são longos, demorados;
Hoje não há tempo, não há espaço,
Há um sentir, tão bom, há proximidade!
Sempre ausentes e numa paz ligados
Surge no nosso mundo, em cada abraço,
Um sentimento chamado felicidade!
30-5-2010
[Maio, Jardins do Palácio de Cristal, Poemas; sim, vejo um padrão...]
Por entre ramos bailando ao vento,
Feliz me acho e quero que este momento
Seja eterno enquanto sinto o teu encosto!
Sinto-me bem ao sentir o teu gosto:
Dos lábios voluptuosos que atento,
Sorriso único com que me contento...
Ai, como me sinto tão bem-disposto!
E os beijos são longos, demorados;
Hoje não há tempo, não há espaço,
Há um sentir, tão bom, há proximidade!
Sempre ausentes e numa paz ligados
Surge no nosso mundo, em cada abraço,
Um sentimento chamado felicidade!
30-5-2010
[Maio, Jardins do Palácio de Cristal, Poemas; sim, vejo um padrão...]
Há um olhar, na memória gravado
Há um olhar, na memória gravado,
De alguém que me parecia tão contente
E que me extasiou, sempre presente
Num sonho prestes a ser realizado!
Só há um lugar melhor do que ao teu lado,
Mas igualmente bom, que é à tua frente,
Onde te posso ver bem e sorridente,
E ficar ainda mais apaixonado!
Não te esqueças: cuidado com as crianças!,
Pois podem ficar traumatizadas
Com a expressão deste sentimento!
Mas adorei tudo e quando me cansas
Ficam mais umas memórias gravadas
E, única, tornas único o momento!
16-5-2010
[e esse olhar nunca vou esquecer (contando que não vou ter Alzheimer, claro)]
De alguém que me parecia tão contente
E que me extasiou, sempre presente
Num sonho prestes a ser realizado!
Só há um lugar melhor do que ao teu lado,
Mas igualmente bom, que é à tua frente,
Onde te posso ver bem e sorridente,
E ficar ainda mais apaixonado!
Não te esqueças: cuidado com as crianças!,
Pois podem ficar traumatizadas
Com a expressão deste sentimento!
Mas adorei tudo e quando me cansas
Ficam mais umas memórias gravadas
E, única, tornas único o momento!
16-5-2010
[e esse olhar nunca vou esquecer (contando que não vou ter Alzheimer, claro)]
Diz a tua mana que és fofa e querida
Diz a tua mana que és fofa e querida!
Deve ser verdade pois se é tua mana
É porquer gosta de ti, não é Joana?
Agora vê lá se ficas convencida!
Logo a Fatinha que é tão decidida
Que até parece que nunca se engana!
Vá, é uma princesa transmontana!
E agora da capital está de partida!
Mas eis que surge um adjectivo
Nunca antes por mim constatado:
És tu que és chorona ou ela que é agreste?
Ela diz que não mas é tão subjectivo,
Se choravas era por tê-la aturado;
Quem não chora sou eu de te aturar, peste!
13-5-2010
[muito simbólico e com o tempo tornou-se altamente irónico...]
Deve ser verdade pois se é tua mana
É porquer gosta de ti, não é Joana?
Agora vê lá se ficas convencida!
Logo a Fatinha que é tão decidida
Que até parece que nunca se engana!
Vá, é uma princesa transmontana!
E agora da capital está de partida!
Mas eis que surge um adjectivo
Nunca antes por mim constatado:
És tu que és chorona ou ela que é agreste?
Ela diz que não mas é tão subjectivo,
Se choravas era por tê-la aturado;
Quem não chora sou eu de te aturar, peste!
13-5-2010
[muito simbólico e com o tempo tornou-se altamente irónico...]
Detesto-te pois tens mesmo a mania!
Detesto-te pois tens mesmo a mania!
Que és boa pois!, e és convencida!
És sim e depois!? Ai a minha vida!
Que peste esta que de calhar me havia!
Voltas, sorridente, dia após dia
E eu detesto-te por seres tão querida!
Fantástica! E sempre tão divertida!
E se eu nunca mentisse como seria?!
Diria, simplesmente, que te adoro!
Ou até mais! Ia da disposição!
Já sabes como é, em tudo me demoro!
Espera que terás a confirmação!
Não é mentira, será... ironia!
Quando é verdade sorrio, de alegria!
12-05-2010
[este, tirando algumas ironias, ainda se aproveita...]
Que és boa pois!, e és convencida!
És sim e depois!? Ai a minha vida!
Que peste esta que de calhar me havia!
Voltas, sorridente, dia após dia
E eu detesto-te por seres tão querida!
Fantástica! E sempre tão divertida!
E se eu nunca mentisse como seria?!
Diria, simplesmente, que te adoro!
Ou até mais! Ia da disposição!
Já sabes como é, em tudo me demoro!
Espera que terás a confirmação!
Não é mentira, será... ironia!
Quando é verdade sorrio, de alegria!
12-05-2010
[este, tirando algumas ironias, ainda se aproveita...]
Acho que foi algo que sempre quis
Acho que foi algo que sempre quis
E agora que o tenho tão bem sabe!
Só vicia e espero que nunca acabe,
Não por o ter mas sim por quem mo diz!
O topo desta montanha é de verniz,
Roxo, e só espero que nunca desabe!
Nas tuas mãos esse monumento cabe:
Lá tenho alguém a dizer "Estou feliz!"
E se mais se aproximam e me apertam
Novos bons sentimentos me despertam!
Eu só quero nunca mais te largar!
Se mais se separam e me sinto mal
E se as queres também não acho normal
Que duvides que é teu este lugar!
12-05-2010
[ainda há pouco me disseram "o amor é cego" e estou a ver que sim...]
E agora que o tenho tão bem sabe!
Só vicia e espero que nunca acabe,
Não por o ter mas sim por quem mo diz!
O topo desta montanha é de verniz,
Roxo, e só espero que nunca desabe!
Nas tuas mãos esse monumento cabe:
Lá tenho alguém a dizer "Estou feliz!"
E se mais se aproximam e me apertam
Novos bons sentimentos me despertam!
Eu só quero nunca mais te largar!
Se mais se separam e me sinto mal
E se as queres também não acho normal
Que duvides que é teu este lugar!
12-05-2010
[ainda há pouco me disseram "o amor é cego" e estou a ver que sim...]
Um dia conheci uma diabinha
Conheci um dia uma diabinha
Que era, no mínimo, insuportável!
Mal sabia eu que era inevitável
Acabar com esta paciência minha!
- "Que queres?", "Que foi?", "Deixa-me sozinha!"
- dizia-me com doçura inimitável!
O que eu sentia era inacreditável,
Adorava a "maldade" que ela tinha!
Um dia ela disse "Porta-te bem!"
E eu que só com ela aprendi tanto
Tratei de imitar o Inferno!
Um dia que eu morra quero ir também
Para lá contigo mas entretanto
Arde a chama que é de um fogo eterno!
12-05-2010
[como está bom de ver passei uma temporada no inferno...]
Que era, no mínimo, insuportável!
Mal sabia eu que era inevitável
Acabar com esta paciência minha!
- "Que queres?", "Que foi?", "Deixa-me sozinha!"
- dizia-me com doçura inimitável!
O que eu sentia era inacreditável,
Adorava a "maldade" que ela tinha!
Um dia ela disse "Porta-te bem!"
E eu que só com ela aprendi tanto
Tratei de imitar o Inferno!
Um dia que eu morra quero ir também
Para lá contigo mas entretanto
Arde a chama que é de um fogo eterno!
12-05-2010
[como está bom de ver passei uma temporada no inferno...]
PLAGUE!
Give me your hand and hold it tight
You can lie to me 'cause I like to fight
I want the touch of my enemy
Sat side by side by destiny
You're my plague!
Spreading disease!
As I get sicker the infection will increase!
I can be late but I'll go for sure
Good to be sick I want no cure
You dream all night while I daydream
You'll kill me with your soft skin
You're my plague!
Spreading disease!
As I get sicker the affection will increase!
Such an irony,
I'm so skinny!
1-5-2010
[fui vítima da peste mas já me curei... ah e também fiz uma música com isto, qualquer dia gravo a música e depois procurem na FNAC, passo a publicidade]
You can lie to me 'cause I like to fight
I want the touch of my enemy
Sat side by side by destiny
You're my plague!
Spreading disease!
As I get sicker the infection will increase!
I can be late but I'll go for sure
Good to be sick I want no cure
You dream all night while I daydream
You'll kill me with your soft skin
You're my plague!
Spreading disease!
As I get sicker the affection will increase!
Such an irony,
I'm so skinny!
1-5-2010
[fui vítima da peste mas já me curei... ah e também fiz uma música com isto, qualquer dia gravo a música e depois procurem na FNAC, passo a publicidade]
Talvez me falte um encosto...
Talvez me falte um encosto
Talvez...
Talvez me falte um rosto
Talvez o veja outra vez
Talvez...
Talvez me falte um bom descanso
Talvez...
Talvez me chegue o que alcanço
Talvez mais do que a vocês
Talvez...
Talvez seja esta a última vez
Talvez...
Talvez seja esta a primeira
Talvez mais uma noite inteira
Talvez mais um dia arrastado
Talvez mais um sono adiado
Talvez...
Talvez seja esta a derradeira
Talvez durma a noite inteira
Talvez esqueça todo um sonho
Talvez mais uma que componho
Talvez...
Talvez não te ligue um ovo
Talvez comece tudo de novo
Talvez...
Talvez, talvez, talvez:
Essa palavra outra vez!
Talvez eu até perceba metade
Talvez eu não saiba a verdade
Talvez eu tenha feito este poema
Talvez eu tenha um problema
Talvez...
Talvez eu já tenha jantado
Talvez eu já tenha almoçado
Talvez eu não tenha sequer fome
Talvez seja eu quem te come
Talvez...
Talvez na cabeça esteja demais
Talvez esteja a cabeça até a mais
Talvez numa frase seria tudo dito
Talvez chegasse mas não acredito
Talvez...
Talvez eu tivesse tanto a dizer
Talvez tudo se resuma ao prazer
Talvez a vontade de reconquistar
Talvez a certeza do meu bem-estar
Talvez...
Talvez um dia...
Talvez...
06-04-2010
[este é o primeiro do ciclo mas já esteve aqui no blogue anteriormente]
Talvez...
Talvez me falte um rosto
Talvez o veja outra vez
Talvez...
Talvez me falte um bom descanso
Talvez...
Talvez me chegue o que alcanço
Talvez mais do que a vocês
Talvez...
Talvez seja esta a última vez
Talvez...
Talvez seja esta a primeira
Talvez mais uma noite inteira
Talvez mais um dia arrastado
Talvez mais um sono adiado
Talvez...
Talvez seja esta a derradeira
Talvez durma a noite inteira
Talvez esqueça todo um sonho
Talvez mais uma que componho
Talvez...
Talvez não te ligue um ovo
Talvez comece tudo de novo
Talvez...
Talvez, talvez, talvez:
Essa palavra outra vez!
Talvez eu até perceba metade
Talvez eu não saiba a verdade
Talvez eu tenha feito este poema
Talvez eu tenha um problema
Talvez...
Talvez eu já tenha jantado
Talvez eu já tenha almoçado
Talvez eu não tenha sequer fome
Talvez seja eu quem te come
Talvez...
Talvez na cabeça esteja demais
Talvez esteja a cabeça até a mais
Talvez numa frase seria tudo dito
Talvez chegasse mas não acredito
Talvez...
Talvez eu tivesse tanto a dizer
Talvez tudo se resuma ao prazer
Talvez a vontade de reconquistar
Talvez a certeza do meu bem-estar
Talvez...
Talvez um dia...
Talvez...
06-04-2010
[este é o primeiro do ciclo mas já esteve aqui no blogue anteriormente]
BLACK XS
Este ciclo de poemas é dedicado a quem cheira bem...
Este ciclo de poemas é inspirado pela beleza física, não a beleza humana...
Portanto se é bonita e cheira bem já serve como musa inspiradora...
Mas talvez não muito mais do que isso...
Este ciclo de poemas é inspirado pela beleza física, não a beleza humana...
Portanto se é bonita e cheira bem já serve como musa inspiradora...
Mas talvez não muito mais do que isso...
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Conversas
Conversas!
Muitas conversas!
Muito conversas!
Várias conversas!
É todo um corolário de conversas!
Que ficaram por aqui dispersas!
E muitas deles são bem diversas!
E por que não dizer perversas!
E gostas! E gosto! E ninguém mais as tem!
Ninguém se entretem!
Não desta maneira, com palavras, com ideias!
As conversas nunca estiveram tão cheias!
De metáforas! Ironias! Figuras de tanto estilo!
E continuo a escrever, assaz tranquilo!
Conversas que tens comigo,
e sabes que sou teu amigo,
e que o amanhã nunca se sabe!
Ou então esperas que não desabe
este castelo feito de pedras deste caminho
que costumava trilhar sozinho
até tu teres aparecido!
E me teres ajudado!
A ser, a realizar, a conquistar
os feitos mais incríveis!
Surreais! Bem-estar!
E as conversas são credíveis
mesmo que eu nem sempre acredite!
Mesmo que eu me irrite!
E irrito com tanta conversa sem sentido!
Mas que são melhores do que os desejos que tenho tido!
Conversas! Com quem?
Que interessa se se conversa tão bem!
E se voa! Sem sair do lugar!
Mais acção e menos jogar!
Que jogo! Quem ganha?
Que situação tão estranha!
Que vivo! Que vives! Vamos vivendo
e agora compreendo
todas as tuas conversas!
Muitas conversas!
Muito conversas!
Várias conversas!
É todo um corolário de conversas!
Que ficaram por aqui dispersas!
E muitas deles são bem diversas!
E por que não dizer perversas!
E gostas! E gosto! E ninguém mais as tem!
Ninguém se entretem!
Não desta maneira, com palavras, com ideias!
As conversas nunca estiveram tão cheias!
De metáforas! Ironias! Figuras de tanto estilo!
E continuo a escrever, assaz tranquilo!
Conversas que tens comigo,
e sabes que sou teu amigo,
e que o amanhã nunca se sabe!
Ou então esperas que não desabe
este castelo feito de pedras deste caminho
que costumava trilhar sozinho
até tu teres aparecido!
E me teres ajudado!
A ser, a realizar, a conquistar
os feitos mais incríveis!
Surreais! Bem-estar!
E as conversas são credíveis
mesmo que eu nem sempre acredite!
Mesmo que eu me irrite!
E irrito com tanta conversa sem sentido!
Mas que são melhores do que os desejos que tenho tido!
Conversas! Com quem?
Que interessa se se conversa tão bem!
E se voa! Sem sair do lugar!
Mais acção e menos jogar!
Que jogo! Quem ganha?
Que situação tão estranha!
Que vivo! Que vives! Vamos vivendo
e agora compreendo
todas as tuas conversas!
Liberdade
Liberdade, conquistada
à custa de muito sofrimento:
não valerias mesmo nada
sem passar por cada momento
e lhe ter sobrevivido,
lhe ter tudo permitido,
lhe ter perseguido
e te ter esquecido!
Liberdade, subvalorizada
custaste-me muito sofrimento:
tu não vales mesmo nada
sem ter havido um momento
em que não te tinha,
em que não te mantinha,
em que de ti nada vinha
e me pareceste mesquinha!
Liberdade, sobrevalorizada
és um belo dum sentimento
em que outros valem nada
nem que existas só um momento
em que me dás a verdade,
toda a sobriedade,
te enches de notoriedade
e não sinto de ti saudade!
Porque aprendi o teu valor!
Porque transmites o teu calor!
Mesmo que eu já tenha sido frio!
Frio! Frio! Frio!
E sobre isso agora só me rio!
Choro a rir e fica um rio!
Rio! Rio! Rio!
Porque sei o quanto me dás prazer!
Porque és o melhor momento de lazer!
Mesmo que eu já tinha sido mudo!
Mudo! Mudo! Mudo!
E sei falar e calava-me contudo!
Contudo e com tudo! Com tudo e contudo!
Hoje acordei e vi a liberdade no horizonte!
Estava um dia soalheiro e o sol deu-me energia!
Para enfrentar mais este dia! E que dia! Mais um dia!
Em que a alegria se desnudou mesmo na minha fronte!
E foi um momento de alta liberdade! E sem qualquer pudor!
E forjámos as nossas formas e o martelo na forja não causou dor!
Porque estávamos imbuídos dessa nuvem de felicidade!
Chamam-lhe liberdade e receio que seja, ainda bem, verdade!
E nesse momento fomos tudo o que vem nos livros: eternos!
Bonitos! Inteligentes! Semi-deuses! Sapientíssimos e ternos!
E os teus olhos brilham à chama enquanto a bigorna aguenta!
Cada martelada molda à nossa maneira a melhor ferramenta!
Aquela que nos permite construir essa metálica e inquebrável,
inoxidável e fálica, uterina e felina, tão bela! Duroadoira e estável
como a inércia da rocha que alberga o mineral que incorporas,
que veneras, com que te decoras, e deseperas, e que adoras!
Eu não sei mais o que possa dizer que não tenha já dito!
Sobre ti, sobretudo para ti, em ti, de ti, para ti e em ti e grito:
TU ÉS A MINHA NOVA PAIXÃO E NÃO TE POSSUO!
Por opção! Porque aprendi a lição! Porque é assim que construo
algo que sei que é tão imutável como a própria concepção!
O teu conceito, perfeito, sujeito a mais do que uma interpretação!
E então surgem novas manifestações e todos concordam ao discordar:
este é um tão belo sonho do qual não vou, não quero, mais acordar!
Hoje, amanhã, ontem, outrora, futuramente: sempre e para sempre só tu:
Liberdade! Conquistada!
Liberdade! Que me conquista!
Liberdade! Conceptual!
Liberdade! Sempre actual!
Liberdade! Tão e tão real!
Liberdade! Pareces surreal!
Liberdade! Grita! Comigo!
Liberdade tu não estás em perigo
Porque vives em liberdade! Só tu! Só tu!
Só eu e tu! E nós! E todos! Livres!
Assim o queiram!
E querem!
Querem!
Podem não o dizer!
Mas querem!
E esperam!
Que apareças!
Mas felizmente eu fui à tua procura!
E encontrei-te!
E partilho!
Partilho-te!
Com quem quiser!
Com quem quiseres!
És de todos!
Todos!
E todos te querem e te podem ter!
Eu quero!
Eu tenho!
Liberdade!
liberdade
Livre
Liberto
Livre!
LIVRE!
LI! Li!
Li sobre ti!
E sobre mim!
E percebi!
Liberta-me! Liberta-te! Liberta-os! Li... Li...
Li...
Liberdade, conquistada, por nós!
à custa de muito sofrimento:
não valerias mesmo nada
sem passar por cada momento
e lhe ter sobrevivido,
lhe ter tudo permitido,
lhe ter perseguido
e te ter esquecido!
Liberdade, subvalorizada
custaste-me muito sofrimento:
tu não vales mesmo nada
sem ter havido um momento
em que não te tinha,
em que não te mantinha,
em que de ti nada vinha
e me pareceste mesquinha!
Liberdade, sobrevalorizada
és um belo dum sentimento
em que outros valem nada
nem que existas só um momento
em que me dás a verdade,
toda a sobriedade,
te enches de notoriedade
e não sinto de ti saudade!
Porque aprendi o teu valor!
Porque transmites o teu calor!
Mesmo que eu já tenha sido frio!
Frio! Frio! Frio!
E sobre isso agora só me rio!
Choro a rir e fica um rio!
Rio! Rio! Rio!
Porque sei o quanto me dás prazer!
Porque és o melhor momento de lazer!
Mesmo que eu já tinha sido mudo!
Mudo! Mudo! Mudo!
E sei falar e calava-me contudo!
Contudo e com tudo! Com tudo e contudo!
Hoje acordei e vi a liberdade no horizonte!
Estava um dia soalheiro e o sol deu-me energia!
Para enfrentar mais este dia! E que dia! Mais um dia!
Em que a alegria se desnudou mesmo na minha fronte!
E foi um momento de alta liberdade! E sem qualquer pudor!
E forjámos as nossas formas e o martelo na forja não causou dor!
Porque estávamos imbuídos dessa nuvem de felicidade!
Chamam-lhe liberdade e receio que seja, ainda bem, verdade!
E nesse momento fomos tudo o que vem nos livros: eternos!
Bonitos! Inteligentes! Semi-deuses! Sapientíssimos e ternos!
E os teus olhos brilham à chama enquanto a bigorna aguenta!
Cada martelada molda à nossa maneira a melhor ferramenta!
Aquela que nos permite construir essa metálica e inquebrável,
inoxidável e fálica, uterina e felina, tão bela! Duroadoira e estável
como a inércia da rocha que alberga o mineral que incorporas,
que veneras, com que te decoras, e deseperas, e que adoras!
Eu não sei mais o que possa dizer que não tenha já dito!
Sobre ti, sobretudo para ti, em ti, de ti, para ti e em ti e grito:
TU ÉS A MINHA NOVA PAIXÃO E NÃO TE POSSUO!
Por opção! Porque aprendi a lição! Porque é assim que construo
algo que sei que é tão imutável como a própria concepção!
O teu conceito, perfeito, sujeito a mais do que uma interpretação!
E então surgem novas manifestações e todos concordam ao discordar:
este é um tão belo sonho do qual não vou, não quero, mais acordar!
Hoje, amanhã, ontem, outrora, futuramente: sempre e para sempre só tu:
Liberdade! Conquistada!
Liberdade! Que me conquista!
Liberdade! Conceptual!
Liberdade! Sempre actual!
Liberdade! Tão e tão real!
Liberdade! Pareces surreal!
Liberdade! Grita! Comigo!
Liberdade tu não estás em perigo
Porque vives em liberdade! Só tu! Só tu!
Só eu e tu! E nós! E todos! Livres!
Assim o queiram!
E querem!
Querem!
Podem não o dizer!
Mas querem!
E esperam!
Que apareças!
Mas felizmente eu fui à tua procura!
E encontrei-te!
E partilho!
Partilho-te!
Com quem quiser!
Com quem quiseres!
És de todos!
Todos!
E todos te querem e te podem ter!
Eu quero!
Eu tenho!
Liberdade!
liberdade
Livre
Liberto
Livre!
LIVRE!
LI! Li!
Li sobre ti!
E sobre mim!
E percebi!
Liberta-me! Liberta-te! Liberta-os! Li... Li...
Li...
Liberdade, conquistada, por nós!
Segunda escolha
Nem tudo é o que parece,
como aquilo que acontece
quando de manhã se parte rumo ao desconhecido
e só nos salvamos ao voltar ao ninho adormecido.
Segunda escolha, sabe para onde vou,
Terça-feira ainda não sei onde estou,
a última palavra foi o seu presente;
já a sua palavra continua presente...
Nem tudo soa ao que soa,
como aquela outra pessoa
que um dia nos pareceu que tudo tinha a merecer
e só nos salvámos quando não ficou pelo parecer.
Segunda escolha sabes por que não vou,
Terça-feira sei que sim porque já lá estou,
a primeira palavra foi o meu presente;
já a tua palavra continua presente...
como aquilo que acontece
quando de manhã se parte rumo ao desconhecido
e só nos salvamos ao voltar ao ninho adormecido.
Segunda escolha, sabe para onde vou,
Terça-feira ainda não sei onde estou,
a última palavra foi o seu presente;
já a sua palavra continua presente...
Nem tudo soa ao que soa,
como aquela outra pessoa
que um dia nos pareceu que tudo tinha a merecer
e só nos salvámos quando não ficou pelo parecer.
Segunda escolha sabes por que não vou,
Terça-feira sei que sim porque já lá estou,
a primeira palavra foi o meu presente;
já a tua palavra continua presente...
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Veneno
O sabor das ideias é algo que não posso saber,
o valor das ideias não posso materializar,
o que me dizes eu não quero perceber;
o filme é teu e não serei eu a o realizar.
Neste jogo do ter e do haver
não sou eu que fico a perder;
o mais cego é o que não quer ver,
o mais fraco acha-se com mais poder!
E não tem força nem para gritar
quando suavemente levanto a voz,
não é possível em alguém acreditar
quando se ata nos seus próprios nós!
O prazer que me dás não posso quantificar,
as palavras que escrevo não as percebes,
a corda está tensa e se a tentas esticar
rebenta-se como essas águas em que bebes!
Neste fosso entre vida e morte
não és tu que estás a respirar,
o que tem azar acha-se com sorte
e as marés acabam sempre por virar!
E não tem força nem para falar
quando suavemente eis que argumento,
cai no ridículo quem não se sabe calar,
quer eternidade e terá o esquecimento!
Dá-me um pouco do teu veneno
mas aos poucos para me habituar!
Atinge-me pois continuo sereno
a ver esse teu decrépito actuar!
Continua a tua intoxicação
agora que lhe sou imune!
A justiça poética é a reacção
que não te deixará impune!
o valor das ideias não posso materializar,
o que me dizes eu não quero perceber;
o filme é teu e não serei eu a o realizar.
Neste jogo do ter e do haver
não sou eu que fico a perder;
o mais cego é o que não quer ver,
o mais fraco acha-se com mais poder!
E não tem força nem para gritar
quando suavemente levanto a voz,
não é possível em alguém acreditar
quando se ata nos seus próprios nós!
O prazer que me dás não posso quantificar,
as palavras que escrevo não as percebes,
a corda está tensa e se a tentas esticar
rebenta-se como essas águas em que bebes!
Neste fosso entre vida e morte
não és tu que estás a respirar,
o que tem azar acha-se com sorte
e as marés acabam sempre por virar!
E não tem força nem para falar
quando suavemente eis que argumento,
cai no ridículo quem não se sabe calar,
quer eternidade e terá o esquecimento!
Dá-me um pouco do teu veneno
mas aos poucos para me habituar!
Atinge-me pois continuo sereno
a ver esse teu decrépito actuar!
Continua a tua intoxicação
agora que lhe sou imune!
A justiça poética é a reacção
que não te deixará impune!
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
... de amor dilacerante
A correr!
Só mais um instante!
A sofrer!
Sentido extenuante!
Um horror!
Vivido já distante!
Que terror!
Nas garras do gigante!
A morrer!
De amor dilacerante!
E um dia não são dias mas por mais dias que passem tudo me parece só um dia!
E nesse dia que foi feliz e já distante reverto o tempo e acho-me nele tão presente!
E gosto de ti e se o digo não entendes ou finges não entender e acredita que entedia!
E se calhar nada disto me interessa porque esse dia passado já te fez muito mais atraente!
E um dia que eu te veja da mesma forma não vais conseguir parar o meu ímpeto intempestivo!
E chegará o momento e essa estrela não mais me cegará e a claridade vai ser o meu alimento!
E em poucas palavras te direi tudo o que penso pois que me torno cada vez mais assertivo!
E então serei feliz porque terei realizado tudo o que sonho agora e eternizarei o momento!
A morrer, de amor dilacerante...
A morrer, de amor...
A morrer, de...
A morrer...
A...
Só mais um instante!
A sofrer!
Sentido extenuante!
Um horror!
Vivido já distante!
Que terror!
Nas garras do gigante!
A morrer!
De amor dilacerante!
E um dia não são dias mas por mais dias que passem tudo me parece só um dia!
E nesse dia que foi feliz e já distante reverto o tempo e acho-me nele tão presente!
E gosto de ti e se o digo não entendes ou finges não entender e acredita que entedia!
E se calhar nada disto me interessa porque esse dia passado já te fez muito mais atraente!
E um dia que eu te veja da mesma forma não vais conseguir parar o meu ímpeto intempestivo!
E chegará o momento e essa estrela não mais me cegará e a claridade vai ser o meu alimento!
E em poucas palavras te direi tudo o que penso pois que me torno cada vez mais assertivo!
E então serei feliz porque terei realizado tudo o que sonho agora e eternizarei o momento!
A morrer, de amor dilacerante...
A morrer, de amor...
A morrer, de...
A morrer...
A...
Que pergunta é essa, coração?
Que pergunta é essa, coração?
Queres saber tanto e nada me dás;
explica-me tu como és capaz
de beber em mim tanta inspiração?
Sabes como me admirou a reacção
que tive a essa pergunta mordaz?
Mas se queres saber tanto me faz!
Saberei no dia da angelização!
Não percebo como é que começaste
com essa do "E tu nunca amaste?!"!
E nem sei se quero perceber...
Não esperes que eu pare para pensar,
o mundo gira e não vou descansar;
o gelo derrete no licor que vais beber...
Queres saber tanto e nada me dás;
explica-me tu como és capaz
de beber em mim tanta inspiração?
Sabes como me admirou a reacção
que tive a essa pergunta mordaz?
Mas se queres saber tanto me faz!
Saberei no dia da angelização!
Não percebo como é que começaste
com essa do "E tu nunca amaste?!"!
E nem sei se quero perceber...
Não esperes que eu pare para pensar,
o mundo gira e não vou descansar;
o gelo derrete no licor que vais beber...
sábado, 29 de outubro de 2011
Amor. Medo. Irmã. Sorte. Azar.
Acordo mais um dia com esta dor,
certo de que já não é muito cedo;
por que hei-de viver com este medo
se tão contrário a si é o próprio amor?!
A cortina aberta traz-me o vil calor
que destila lentamente o meu degredo,
será eterna a solidão a que não cedo,
este gelo em que sonho na paixao e ardor?!
Terei sempre uma irmã? Podes não saber
mas sempre foi a pessoa que quis ter
antes de deste fogo me aperceber!
É segredo e vais ter de me prometer
que quando um dia vier a sorte e casar
saberei que, não te ter, irmã, é muito azar.
19-10-2011
certo de que já não é muito cedo;
por que hei-de viver com este medo
se tão contrário a si é o próprio amor?!
A cortina aberta traz-me o vil calor
que destila lentamente o meu degredo,
será eterna a solidão a que não cedo,
este gelo em que sonho na paixao e ardor?!
Terei sempre uma irmã? Podes não saber
mas sempre foi a pessoa que quis ter
antes de deste fogo me aperceber!
É segredo e vais ter de me prometer
que quando um dia vier a sorte e casar
saberei que, não te ter, irmã, é muito azar.
19-10-2011
whiskey song
I love you but this is not working
let me drink my whiskey alone
I can't believe that it's over again
let me drink my whiskey alone
I can't believe that it's over again
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
"Olá." - dissemos.
"Olá." - disse ela.
"Olá." - respondi.
Disse-o com voz trémula.
Disse-o e não sorri.
Disse-o como nunca me dissera.
Disse-o como o senti.
Disse-o e soou-me sincera.
Disse-o e logo parti.
Mas... fiquei a pensar.
Por que mo disse?!
Já me viu a passar
e fez como se não visse...
Terá sido um reflexo?
Comigo não contaria...
Fiquei perplexo:
era isto que queria?
Foi isto que tive,
foi isto que ouvi,
foi a esperança que, quiçá, mantive,
foi a beleza que, de novo, vi.
Foi a simplicidade,
foi a desconfiança,
não foi novidade
nem perseverança;
foi só um momento
que me fez reflectir:
mudou o sentimento
e o modo de sentir
e aquela voz fina
soou-me tão distante,
há mais de dois anos
que não ouvia semelhante...
E revivi, revivo!,
três anos de história,
sinto-me feliz e vivo
por ter tão boa memória!,
e me lembrar de tudo
com tanto pormenor,
como sou sortudo,
como me sinto maior
por o ter vivido!
Por te ter escutado,
por te ter percebido,
por me teres enganado
e por te ver tão púdica
pois tenho a certeza
que não foste a única.
Deste-me tristeza
e as chaves do Mundo
que usei com saber
para não te ser segundo
e falaste-me hoje
e não há que entender
pois foi já tão longe
que não se pode retroceder...
E na verdade nem quero,
foi um dia e não é mais;
o destino é fero,
guarda os teus sinais
bem junto ao peito
pois tudo o que sobra
é o valor do respeito,
é essa mítica obra,
é tudo o que sonhámos,
é tudo o que quisemos,
aqueles que amámos
e este "olá" que dissemos.
21-10-2011
"Olá." - respondi.
Disse-o com voz trémula.
Disse-o e não sorri.
Disse-o como nunca me dissera.
Disse-o como o senti.
Disse-o e soou-me sincera.
Disse-o e logo parti.
Mas... fiquei a pensar.
Por que mo disse?!
Já me viu a passar
e fez como se não visse...
Terá sido um reflexo?
Comigo não contaria...
Fiquei perplexo:
era isto que queria?
Foi isto que tive,
foi isto que ouvi,
foi a esperança que, quiçá, mantive,
foi a beleza que, de novo, vi.
Foi a simplicidade,
foi a desconfiança,
não foi novidade
nem perseverança;
foi só um momento
que me fez reflectir:
mudou o sentimento
e o modo de sentir
e aquela voz fina
soou-me tão distante,
há mais de dois anos
que não ouvia semelhante...
E revivi, revivo!,
três anos de história,
sinto-me feliz e vivo
por ter tão boa memória!,
e me lembrar de tudo
com tanto pormenor,
como sou sortudo,
como me sinto maior
por o ter vivido!
Por te ter escutado,
por te ter percebido,
por me teres enganado
e por te ver tão púdica
pois tenho a certeza
que não foste a única.
Deste-me tristeza
e as chaves do Mundo
que usei com saber
para não te ser segundo
e falaste-me hoje
e não há que entender
pois foi já tão longe
que não se pode retroceder...
E na verdade nem quero,
foi um dia e não é mais;
o destino é fero,
guarda os teus sinais
bem junto ao peito
pois tudo o que sobra
é o valor do respeito,
é essa mítica obra,
é tudo o que sonhámos,
é tudo o que quisemos,
aqueles que amámos
e este "olá" que dissemos.
21-10-2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Vida, que dá tantas voltas sobre si
Vida, que dá tantas voltas sobre si
e se constrói assim toda uma história;
hoje acordei duma cama giratória
diferente do que sempre pareci...
Exorcisei medos de que padeci
e então senti o sabor da vitória;
esqueci o que tinha na memória,
fui simplesmente eu, diverti-me e cresci!
Inalei fragrâncias que recusei
quando tentei, em vão, uma relação,
mais uma, falhada, e sei que abusei!
Mas, sabes, deu-me uma tal satisfação!;
ao tentar, a medo, abraçar o passado
senti-me, finalmente, bem, realizado!
10-07-2011
e se constrói assim toda uma história;
hoje acordei duma cama giratória
diferente do que sempre pareci...
Exorcisei medos de que padeci
e então senti o sabor da vitória;
esqueci o que tinha na memória,
fui simplesmente eu, diverti-me e cresci!
Inalei fragrâncias que recusei
quando tentei, em vão, uma relação,
mais uma, falhada, e sei que abusei!
Mas, sabes, deu-me uma tal satisfação!;
ao tentar, a medo, abraçar o passado
senti-me, finalmente, bem, realizado!
10-07-2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
DEAD BY PREGNANCY
Dead by Pregnancy começou por ser um projecto one man band em 2004. James Loose, o visionário criador deste projecto, deu o primeiro passo no sentido de criar uma banda em 2005 ao gravar a primeira música, a homónima Dead by Pregnancy, em conjunto com alguém que não ficou na memória… Ainda nesse ano, Margarida Martins entrou para o projecto ocupando-se da voz e do ritmo. Este original par de guitarristas apenas deu o primeiro concerto em 2009, após um longo amadurecimento; consequências de cada um viver em diferentes locais do país… Colaborações especiais esporádicas marcaram o percurso da banda, introduzindo bateria em alguns eventos e até contrabaixo e flauta transversal. A distância foi mais forte do que a vontade de actuar, juntando-se à apatia da vocalista, e uma reformulação profunda da banda foi operada, primeiro com a entrada de Tats Rage para o baixo (que entretanto se encarregou a tempo inteiro à voz, encontrando-se assim um outro nível de poder vocal), seguida de Moralez para a guitarra rítmica, numa altura em que Margarida dava o último inconsciente grito pela banda. Após algumas semanas como trio, juntou-se finalmente Lassie na bateria, o que veio dar uma nova dimensão ao som da banda. A raiz da banda é o activismo radical feminista, a luta contra
a homofobia, racismo e a violação (“no means no”), ministrado através da distribuição de flyers e sempre com total liberdade de expressão em palco, numa atitude anti-conformista e totalmente adversa a esta sociedade de consumo.
16 de Julho, Sábado, em Santo Tirso!
Do cartaz fazem ainda parte:
FINA FLOR DO ENTULHO
P.U.N.K.
Entrada livre!
Apareçam! :)
a homofobia, racismo e a violação (“no means no”), ministrado através da distribuição de flyers e sempre com total liberdade de expressão em palco, numa atitude anti-conformista e totalmente adversa a esta sociedade de consumo.
DEAD BY PREGNANCY renasceu!
O primeiro concerto com a nova formação é dia 16 de Julho, Sábado, em Santo Tirso!
Do cartaz fazem ainda parte:
FINA FLOR DO ENTULHO
P.U.N.K.
Entrada livre!
Apareçam! :)
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